O adulto e a criança dentro de si
A pessoa com algum transtorno de ansiedade vive uma situação paradoxal. Por um lado, vive com intensos sentimentos de insegurança e vulnerabilidade, e ao mesmo tempo, tem que dar conta de diversas responsabilidades e tarefas da vida adulta. É como se a pessoa estivesse dividida: tem um lado adulto e responsável convivendo - e às vezes se alternando - com um lado infantil e inseguro. Este contraste pode fazer com que a pessoa se sinta confusa e desorientada. Muitas vezes a pessoa começa a se cobrar, se criticar, não aceitando seu lado inseguro: “mas eu não deveria me sentir assim, eu tenho que ser forte…”. A não aceitação do medo torna a pessoa ainda mais insegura, pois ela passa a ficar com medo de ser dominada pelo medo.
O caminho está em aprender a usar seu lado adulto para cuidar e ajudar seu lado infantil e inseguro.
Imagine uma criança com medo de trovão. Um adulto que a critica e grita com ela, exigindo que ela vença seus medos dificilmente vai ajudá-la a superar usa insegurança. Do mesmo modo, o adulto que se tranca no quarto junto com a criança, fechando as janelas para que os trovões fiquem longe, tampouco ajudaria. A melhor atitude, no caso, seria reconhecer o medo que a criança está sentindo, segurar na sua mão para acalmá-la, conversar e ajudá-la a entender o que acontece e só depois convidá-la a se aproximar da janela, olhar a chuva, os raios e assim começar a enfrentar a situação temida…
O enfrentamento dos medos irracionais é a melhor estratégia para domesticá-los, porém este caminho só funciona se a atitude for primeiro, de aceitação do próprio medo.
Depois, é importante uma atitude de apoio incondicional para ajudar a criança a ir perdendo o medo de sua reação emocional, perder o medo de sentir medo para, então ir perdendo o medo dos raios e trovões.
Esta atitude do adulto que ajuda uma criança a superar seus medos é a mesma que uma pessoa ansiosa precisa ter consigo mesma, esteja ela com Transtorno do Pânico, Fobia Social, Estresse Pós Traumático, etc. Seu lado adulto precisa pegar na mão de seu lado infantil e assustado e ajudá-lo a aceitar o sentimento, gradativamente ir olhando seus temores para perder o medo do que sente e aprender a olhar com mais lucidez para as conseqüências catastróficas temidas, para ver como o monstro não é tão perigoso quanto parecia.
8 de Dezembro de 2009 @ 19:53
Muito bom o texto, aliás, o blog e não só o blog como o site.Tenho trabalhado na terapia o motivo da minha sp e estou ciente de que veio da minha infância, do medo, da ausência de afeto, carinho e proteção.Vou recomendar o site e o blog aos colegas paniquentos.
19 de Dezembro de 2009 @ 21:50
Achei o texto formidável!!! Faz pouco tempo que, com auxílio de terapia, eu descobri o meu “medo-raiz” e gerador de outras diversas ramificações de inseguranças que sinto em minha vida. O texto se encaixou perfeitamente nessa minha descoberta. Tenho 27 anos e sigo bem minha vida profissional, mas o meu emocional é de extrema insegurança, entro em pânico ao pensar em minha vida sem minha mãe seja por minha saída de casa para construir minha família (não importanto qtos séculos demore para isto acontecer), seja por seu falecimento… E me sinto exatamente como no texto, confusa e desorientada.
Muito obrigada pelas palavras, me ajudarão muito.
27 de Dezembro de 2009 @ 21:52
exatamente o que tenho, tenho medo de nunca mais ser como eu era antes, e para piorar não vejo expectativa de vida, e somente enxergo rotina, rotina e rotina, até chegar a morte…
27 de Dezembro de 2009 @ 21:55
desde que meus filhs nasceram não tenho mais vida…o que era para ser o contrario, se torna um tormento ter tanta responsabilidade, me deixou doente, o pânico tomou conta de mim, me trato mas parece que nunca terá fim, que um dia meus filhos precisarçao realment de mim e eu estarei impotente, sei lá…
2 de Janeiro de 2010 @ 08:32
Ha 3 meses meu pai faleceu, estavamos em casa jantando num domingo à noite sentados à mesa quando ele teve um infarto.Foi horrivel.Fiquei em estado de choque, pois presenciei toda a cena. Um mes depois comecei a ter ataques de Panico, mas eu nao sabia que era Panico, sentia falta de ar, taquicardia, formigamento nos membros, tontura e fui ate parar no pronto socorro sentindo que iria morrer como meu pai.As crises se tornaram frequentes e minha familia começou a me criticar dizendo que eu era fraca e que só eu estava me comportando daquela forma. Minha vida se transformou em um tormento… emagreci 5 kg, perdi o namorado (quase noivo), nao consigo estudar, trabalhar, passear… Ainda nao comecei a me tratar, começo no proximo dia 12 um tratamento com uma psicologa… quero muito ficar bem. Desejo que todos os que tambem passam por isso consigam se curar, pois é muito triste viver assim…
5 de Janeiro de 2010 @ 23:58
ola dr estou escrevendo porque a 6 anos tenho vivido com esta doença gostaria de saber se tem cura o que eu devo fazer para levar uma vida normal?tenho duas filhas pequenas e meu maior medo é não ajudar elas quando precisarem de mim.gostaria de saber tambem se é normal eu ter medo de medir a pressão ?toda vez que eu vejo um aparelho meu coraçao dispara eu uso afluoxetina de manhã e meio de amitriptilina o senhor acha que esses medicamentos ira resolver. por favor aguardo uma resposta…
11 de Janeiro de 2010 @ 11:08
tenho convivido com a SP diagnosticada por mais de 10 anos (tenho 31 hoje). Achei interessante este texto porque é muito comum eu agir como criança após uma crise, muitas vezes esse comportamento continua até alguns dias após a crise. Tento parar, falar normal, mas quando abro a boca para falar sai a fala infantil!
tenho muitos medos: andar de transporte público, ficar sozinha, ficar em lugar cheio, resumindo tenho medo de qualquer situação que eu tenha que ficar presa como ficar em uma fila ou experimentar uma roupa em uma loja (não posso sair enquanto não tiver vestindo minha roupa) inclusive tenho o medo de trovão.
Acho que a pior de todas as angústias é a de sentir que não estou vivendo como gostaria. A crise de pânico é forete, mas é momentânea. Mas essa angústia me acompanha o tempo todo.
Teve uma época que eu nem saia de casa, mas acho que a sindrome do pânico é como uma massa: se não trabalhamos a massa ela vai encolhendo. A partir do momento que pensei isso, passei a me obrigar a viver certas situações. quando tirava uma situação de letra, eu tentava outra mais difícil. A ssim tenho melhorado bastante, mas ainda sinto que sou muito limitada!
12 de Janeiro de 2010 @ 08:53
è gente, muito dificil nos policiarmos, tive que voltar com o tratamento, tomo alprazolan 0,25 e estou no momento tendo recaídas, tudo fica atormentado, Meu Deus a qem tanto rogo, aiai gente, muito dificil essa vida. Mas vou vivendo, rogo a Deus por todos nós, fikem em paz, e força gente, perseverem.
19 de Janeiro de 2010 @ 15:10
…desde a primeira vez que entrei em pânico (a aproximadamente 4 meses) em alguns momentos tenho vivido desta forma (mas eu não deveria me sentir assim, eu tenho que ser forte…”. A não aceitação do medo torna a pessoa ainda mais insegura, pois ela passa a ficar com medo de ser dominada pelo medo.). Espero que um dia tudo isso acabe da mesmo forma que chegou, só quem passa é quem sabe…a partir de hoje serei um leitor assiduo deste BLOG que no primeiro momento me ajudou bastante.
Deus abençoe a todos.
23 de Janeiro de 2010 @ 12:08
Olá a todos que leram estes textos,
Descobri a mais ou menos 2 anos que tenho SÍNDROME DO PÂNICO.
Descobri após uma crise violenta que tive e achei que iria infartar! Cheguei a ir na emergência cardiológica, onde foi constatado a crise de ansiedade.
Desde então estou procurando ajuda para tratamento, pois, aqui no Rio é muito difícil de achar. Não existe muita possibilidade de tratamento.
Adorei o blog, os textos e os comentários.
Caso alguém saiba de algum lugar no Rio (preferncialmente gratuito) para me indicar eu agradeço e muito.
Um ótimo 2010 a todos!
Deus os abençoe!
29 de Janeiro de 2010 @ 23:16
Olá,
Bom, esses dias eu fui parar no hospital e acabei sendo diagnosticada com crise de ansiedade. Tenho falta de ar, e sensação constante de estar sonhando. A minha boca fica seca e às vezes tenho formigamentos nas extremidades. Não consigo ficar sozinha. Sinto taquicardia, sensações de pressão baixa, e muita angustia.Choro muito. Tenho MUITO sono e o cansaço mental não me deixa fazer nada. Tenho 19 anos.
Atenciosamente,
9 de Fevereiro de 2010 @ 17:26
oi gente..mais ou menos 2 anos que tive a primeira crise de pânico..até no hospital ja fui parar..e entao nao aguentava mais..e procurei ajuda..Isso é algo horrivel mesmo..eu chorei lendo este blog porque é tão triste agente ver que várias pessoas passam por isso..só o que digo pra voces..procurem fazer TERAPIA..estou fazendo ah 4 meses..e nao estou curada ainda..mas sinto que estou melhorando..sem medicação nenhuma..lutando sempre..porque cada dia sem crises…é sempre uma vitória..ja consigo ir em algumas festas..passear..inclusive até em uma boate fui inicio do mes..isso é maravilhoso..sorte pra todos nós..nos encontramos por aki..beijao para todosss..fé em DEUS!!sempre
15 de Fevereiro de 2010 @ 20:08
Dr,
Gostaria de saber algumas dicas do que podemos fazer quando alguém está tendo a crise.
Meu marido sofre de sindrome do pânico e como não conhecia muito bem desta doença, nunca levei a sério. Já passei por diversas situações, inclusive idas ao hospital, mas depois de um tempo ele fica melhor e volta pra casa minutos depois.
Ocorrem vezes em que ele acorda no meio da noite por qualquer motivo e começa a ficar ansioso….assim logo começam as crises.
Gostaria de saber o que posso fazer e se realmente existe risco de algo mais grave acontecer porque na crise ele diz que não consegue respirar e que vai morrer. Realmente existe a possibilidade de parar de respirar?
Obrigada.
18 de Fevereiro de 2010 @ 12:39
Vivo com este tormento ja fazem uns 25 anos. Nunca mais fui o mesmo. Tentei de tudo que podia pra poder ganhar a confiança perdida e voltar a ser mais feliz, pois hoje a cada dia vejo que este mal ganha força e vai minguando a vontade de lutar contra ela. É mesmo uma coisa muito estranha falar de algo que se sente, porém não se diagnostica clinicamente. E mesmo assim, mesmo conciente, mesmo sabendo que tudo é dentro da gente, nao consigo forças pra lutar contra. Tontura, Deus me livre o quanto a sinto. Ja nao consigo mais firmar emprego, realmente estou entrando pra fila dos desenganados. Desculpem por postar isso aqui. Nao sei se outro lerá. Pois um comentário deste nada ajuda a quem ja vive com esta “maldição” (nome por mim atribuído) 24 hrs por dia. É como um espinho cravado, e dificílimo para o retirar. Deus abençõe a todos voces, e quem ler estes comentarios.
22 de Fevereiro de 2010 @ 17:49
Oi Chariston, Normal ler seu comentario, porq sabemos bem o q é ser portador de panico, e sab, Deus realiza o impossível, mas nós realizamos o possível, vitorioso sua caminhada, de 25 anos com sp nao acha? eu acho? A todo instante mudamos, e nenhum dia é igual ao outro, não se pode lutar contra ela, mas aceitá-la e colocá-la no seu devido lugar. Eu procuro acolhê-la em meu coração, e fazer com que cada coisa fique no seu devido lugar, como os medicos dizem, cada parte do cerebro tem uma função, entao, eu apenas procuro em meu dia a dia reensiná-lo a juntar amarelo com amarelo, lapis com lapis, choro com choro, sorrisos com sorriso, e em tudo AMOR, CONFIANÇA, . nada Dificil as tonteras entao, nossa, concordo plenamente, o que mais tenho tido ultimamente, tonteras, tremosres, medos, sensação d desmaios,. aff, Nao se desculpe, temos o livre arbitrio dado por Deus, Acredite, basta confiar, saber esperar que Deus agirá, persevere, meu msn se qizer, jujulianadiniz@hotmail.com e a todos q qizerem. Vamos nos ajudar. fikem em paz!
1 de Março de 2010 @ 14:02
Sempre fui adepto ao espiritismo kardecista, e em uma palestra que ouvi neste final de semana, a palestrante disse: A Ansiedade e falta de fé!! É falta de confiança naquilo que Deus preparou para voce!! É acha que o dia de amanha será ruim, e VOCE PASSA a sofrê-lo HOJE, sem que direcionemos nossas preces a Deus com a confiança que teremos sim um dia melhor que o outro. Portanto companheiros de sofrimento. Tenhamos fé em Deus! O sofrimento depura a alma, e fará com certeza a gente melhor amanha. Pois é certo o que não mata, contribui para nosso aprimoramento fisico, moral e racional!
21 de Março de 2010 @ 11:10
Boa dia a todos,
Sinto muito por esses sintomas acontecerem com tanta gente. Sofro com essas crises há 20 anos e sempre me achei solitária nessa estrada até me deparar com os comentários deste blog. Apesar de não nos conhecermos, somos irmãos nesta luta e estou torcendo para que todos um dia fiquemos bem.
Sou da opinião de que as pessoas que sentem isso possuem muita necessidade de controlar os diversos aspectos de sua vida. Não conseguem relaxar porque acham que fazendo isso algo de ruim pode acontecer. É uma crença totalmente deturpada. Podem ter convivido com muitas situações estressantes, que causavam temores e preocupações e isso desencadeou a crise de pânico, ou seja, elas aprenderam a reagir de forma ansiosa mesmo quando as situações de medo já não existiam mais. Não existe nada mais que esteja as punindo a não ser elas mesmas. Uma pessoa, por exemplo, que aprendeu desde criança a questionar suas qualidades, vai desenvolver, mais adiante, a crença de que tudo o que faz, não importa o que seja, não tem muito valor. Isso gera muita ansiedade nessa pessoa porque ela quer ser amada mas acha que não merece e desenvolve escudos e artimanhas para que não se aproximem muito dela. A solidão que isso ocasiona gera muita ansiedade e essa pessoa desenvolve medos, o medo da solidão e de ficar sozinha é um deles. É muito triste não se sentir aquecida pelo amor. Pessoas assim tem que buscar dentro de si forças para levar a vida da forma mais sincera possível. Sem nunca abrir mão de serem elas mesmas. Não importa o que digam. Porque a força de todos está na sua verdade. As pessoas que desenvolvem a crise do pânico talvez estejam muito longe da sua. Um grande abraço pra todos, fiquem com Deus e acreditem Nele pois ele está com cada um de vocês em todos os momentos, principalmente nos mais difíceis.
23 de Março de 2010 @ 17:43
Tenho convivido com o transtorno do panico a dois anos, sempre sem procurar entender o que esta acontencendo comigo e sim tentando dizer pra mim mesmo que nao ha nada que eu nao tenho nada que isso é frescura tentando impor que isso nao mais aconteca comigo. mas tudo isso parece so piorar as coisas, eu nao tenho controle algum sobre os ataques que praticamente ocorrem o tempo todo, eu sinto tdos os sintomas possiveis tenho quase todas as fobias:(lugar fechado, altura, muitas pessoas, solidão, etc.) MAs lendo as materias desse site eu começo a entender o que se passa comigo e como me comportar. Eu ate as vezes procuro beber pra ficar mais relaxado, funciona na hora mas depois so piora. Obrigado
31 de Março de 2010 @ 11:08
EU TENHO COVIVIDO COM O MEDO DE ESCREVER CORRETAMENTE E O PRECOSEITO DA MINHA LETRA 29 ANOS, PODE ATE PARECER UM INDIOTICI MAIS EU VEJO AS OUTRA PESSOAS ESCREVENDO RAPIDO COM UM LENTRA BONITA FICO ME IMAGINANDO QUE GOSTARIA DE ESCREVER ASSIM. EU ESTOU FAZENDO FACULDADE MAIS NÃO ME SINTO SEGURA NA MINHA ESCRITA, O QUE FAÇO?
23 de Abril de 2010 @ 11:36
GOSTEI DEMAIS DO TEXTO. TENHO SPÂNICO HÁ MAIS DE 4 ANOS - FAÇO TERAPIA COGNITIVA, VOU À PSIQUIATRA, TOMO REMÉDIOS, FAÇO ACADEMIA P/ LIBERAR UM POUCO DE ENDORFINA (RECOMENDADO), TRABALHO, SAIO À NOITE. TENHO PAVOR DE FICAR SOZINHA, DE ESCURO E DE FICAR SEM FAZER NADA. MINHA VIDA, APESAR DE ME TRATAR, É UMA CONSTANTE INSATISFAÇÃO E MEDO. NÃO SEI MAIS O QUE FAZER. TENHO UMA RELIGIÃO - TENHO UMA FILHA MARAVILHOSA - SÓ NÃO TENHO UM COMPANHEIRO (SOU SEPARADA). SE ALGUÉM PUDER ME FALAR, ESTOU DISPOSTA A OUVIR C/ O MAIOR CARINHO.
7 de Maio de 2010 @ 15:55
Olá pessoal! Realmente sofrer desse mal não é mole. Tenho SP ha 3 anos. No inicio tive acompanhamento psicologico e tomava Olcadil 2 mg. Com o passar do tempo, me informando mais sobre a doença e fazendo tratamento, consegui superar vários medos. Parei de fazer o tratamento. Não havia mais tido as crises de pânico, mas a ansiedade nunca me deixou em paz. Ontem procurei uma psiquiatra, pois não aguentava mais essa ansiedade louca. Então ela me passou uma medicação: cloridrato de sertralina. Tomei um comprimido a noite, depois do jantar, e após algumas horas fui dormir. Para minha surpresa acordei pela madrugada com os sintomas que todos vcs conhecem, nossa, passei muito mal, dessa vez parecia pior do que todas as outras, depois de cerca de um ano e meio sem crise de pânico, ela voltou. Bom, agora me dirijo ao Dr. Artur. Dr., ha possibilidades dessa medicação cloridrato de sertralina 50mg, ter causado um efeito contrario? Será que encuquei ao ler a bula que diz poder haver aumento de ansiedade. Há cerca de 2 meses parei de tomar o olcadil 2 mg, apesar que não a tomava mais conforme tratamento, apenas quando nao dormia bem, mas me dava bem com a medicação. Sinceramente, nao aguento mais essa agonia. Esta atrapalhando meus estudos, minha profissão. Aguardo respostas. Obrigada. Um abraço a todos!!